... para recebermos o bom tempo da melhor maneira!
Damos as boas vindas ao bom tempo, ao sol e aos dias mais compridos com uma salada! Yey! Começamos a deixar de lado as comidas quentes e a optar por pratos mais leves e a sugestão é precisamente: uma salada de brócolos com lulas bebés a acompanhar com chips de beringela. Soa-vos bem? 

Pois é, a invenção veio num daqueles dias em que sabia que tinha de "dar cabo" daquele bocado de beringela que estava no frigorifico. A ideia inicialmente era fazer um snack para meio da manhã: chips de beringela mas como leva cerca de 1hora no forno decidi fazer como acompanhamento de uma salada bem colorida, cheia de proteínas e de vitaminas e minerais.

chips beringela
1 beringela 
alho em pó
orégaos
azeite

para fazermos as chips de beringela começamos por pré-aquecer o forno a 130ºC. Enquanto isto, vamos cortando a beringela às rodelas muito fininhas - sendo que quanto mais finas, mais estaladiças ficam e menos tempo levam a desidratar no forno. Forrei o tabuleiro do forno com papel vegetal e espalhei as rodelas da beringela. Numa taça, coloquei um fio de azeite com alho em pó e ervas (orégãos, alecrim ou rosmaninho o que mais gostarem) e pincelei nas rodelas de beringela antes de levar ao forno. Deixar desidratar no forno durante cerca de 50 a 60minutos até ficarem secas e estaladiças.


salada
150gr brócolos
60gr cogumelos shitake
2 dentes alho grandes
1 lata lulas bebés em azeite (compro as da marca El Corte Inglés)
azeite
orégãos
limão

Num recipiente com água comecei por cozer os brócolos, durante 2 ou 3 minutos para que não fiquem muito moles. Enquanto os brócolos estão a cozer, numa frigideira estilo Wok, salteei os cogumelos shitake já laminados, com azeite, alho e orégãos. Depois, adicionei as lulas cortadas às rodelas com um pouco de limão.  Por fim, depois de esperar que os brócolos arrefecessem, cortei-os em lascas e juntei à Wok para saltear junto com a mistura. Depois é só colocar numa taça, juntar as chips de beringela et voila!

Tão simples não é? 







Já conhecemos os zoodles, o arroz falso de couve flor, mas e o pão? Pois é, já vos dei a receita da moda mais recente e de uma das "iguarias" mais adoradas no mundo das dietas lowcarb: o cloud bread (a.k.a Oopsies). Porque é que é tão adorado? Precisamente porque é uma das coisas mais versáteis, e para comprovar isso mesmo, hoje dou-vos 7 sugestões de como podem introduzir este "fake bread" nas vossas refeições.

São tudo sugestões de pura gula e que basicamente vêm deixar com que possamos comer coisas como pizzas, hamburgueres, bolos e panquecas sem que nos sintamos "culpadas". Uma receita com poucas calorias e sem qualquer tipo de farinha.



#1 eggs benedict 
Um clássico americano, os ovos benedict consistem em ovos escalfados com bacon ou presunto regados com molho holandês montados numa fatia de pão. Se a trocarmos pelo cloud bread, fica igualmente delicioso e "vamos enganar o estômago".

#2 hamburgueres
Está é fácil, basta trocarmos o pão do tradicional hamburguer pelo cloud bread e fica igualmente uma mistura fantástica. Se for para esse fim, porque não adicionar uma sementes de sésamo antes de levar a massa do Oopsie ao forno? Delicious!


#3 pizza
Aiiii como assim podemos comer pizza sem culpa? Há as versões da massa feita com couve-flor ou esta com o cloud bread! Na verdade o que acrescenta muitas calorias a este prato italiano que tanto gostamos é a base feita com farinhas, no entanto também não nos podemos esquecer dos ingredientes que colocamos e adicionamos. Mas sim, é delicioso e as calorias são reduzidas a um terço!

#4 simples
... sim! Acabadinho de sair do forno com umas folhas de alecrim ou rosmaninho muito ao estilo focaccia. Sim é possível, a sua textura leve e fofa é deliciosa e acabado de fazer então, ainda melhor. Foi assim mesmo que o experimentei da primeira vez e adorei.


#5 pancakes
Super simples não é? Aliás, eles mais se parecem com panquecas do que com pão propriamente dito. Uma colher de mel biológico ou xarope de agave, uns morangos ou frutos vermelhos por cima e um chá... Yummmm! Parece a maneira ideal para começarmos o dia certo? E afinal de contas o que estamos a comer nós? Ovos e iogurte! Yep, just that!

#6 sandes
... e aqui as possibilidades são infinitas. A combinação favorita é precisamente com salmão fumado e queijo creme, ou estilo philadelphia com cebolinho e ervas mas claro que podemos fazer sandes de tudo e mais alguma coisa. Só aqui, as receitas são mil!



#7 tartes
ou quiches ou até mesmo souflés. Há tantas possibilidades com esta massa, resta mesmo só experimentarmos. Um cloud bread como base para uma tarte de morangos com chocolate preto 70% de cacau o que vos parece? Ou até mesmo uma tarte de maçã, de limão ou de amêndoas? Há mil e uma possibilidades, é mesmo metermos a cabeça a trabalhar !

#8 bolos
... com recheios mais gulosos. A sugestão aqui até passa por fazerem um sorvete de banana e morango, congelarem no congelador e depois servir de recheio para os cloud breads, um lanche delicioso, diferente e saudável! Yummmy.

Vá quero ver essas receitas as circularem, para irmos trocando umas ideias deliciosas.


Estreei-me no mundo da "doçaria paleolítica" e o que quer isto dizer? Pois bem, podia trazer-vos uma receita de um bolo sem glúten, sem lacticínios e sem outros produtos processados, mas não. Trouxe-vos uma das coisas de que mais gosto na vida: chocolate. Como sabem sou louca, louca por chocolate! Foi uma das coisas que mais me custou deixar quando tomei a decisão de mudar de estilo de vida e de ter uma vida mais saudável - uma tablete de 300gr por dia (sim, leram bem por dia!) de chocolate Milka não era propriamente uma alimentação equilibrada (chocolate esse que tem cerca de 30% de cacau apenas e  o resto são açúcares e outras coisas mais).

Agora que estou a ser acompanhada por um nutricionista que se baseia numa dieta paleolítica (não na sua totalidade, mas 95% paleo), andei a pesquisar algumas receitas de uma das coisas de que mais gosto. Foi-me permitido comer chocolate, desde que tivesse uma percentagem de 70% de cacau no mínimo. Se me seguem pelo snapchat (jufcarreira) já devem ter visto várias vezes o snap de um dos meus chocolates favoritos: 85%, 90% ou 99% de cacau da Lindt. No entanto, decidi experimentar fazer a minha primeira tablete de chocolate com 100% de cacau e ficou deliciosa. Primeiro estranha-se, depois entranha-se e a verdade é que já não consigo comer chocolates com uma percentagem baixa de cacau, acho demasiado doce e fico enjoada - parece que fiquei curada hein? Quem diria que o monstro da Nutella e do chocolate Milka iria devorar uma tablete de chocolate com 100% de cacau. 



Além do mais estive a pesquisar a ler muito sobre o assunto e de facto o cacau tem imensos benefícios para a saúde e o chocolate não é assim tão prejudicial. O que é prejudicial são os açucares que são adicionados e as gorduras extra e por isso afastamos logo a ideia de comermos chocolate e de o incluirmos no nosso dia-a-dia, mas porquê se afinal há tantos benefícios? 

Claro que não estou a dizer que com isto nos devemos alimentar pura e exclusivamente de cacau (quem nos dera, não é?), mas na verdade não o devemos excluir. Para terem uma ideia, cerca de 2 colheres de sopa de cacau em pó têm apenas 30cal e 1,5g de gordura. Além do mais, estas duas colheres de sopa têm ainda cerca de 3,6gr de fibras o que correspondem mais ou menos a cerca de 14% dos valores diários recomendados, já para não falar do ferro e do magnésio que podemos encontrar no cacau. Ainda para terem uma ideia, numa chávena de cacau (que foi a medida que usei), cerca de 17gr são proteínas e 50gr são carbohidratos sendo que os "açúcares" naturais não chegam a 1gr sequer. 

Usei cacau em pó, certifiquem-se de que compram mesmo cacau puro em pó sem qualquer tipo de açúcares adicionados para tirarem todos os benefícios do cacau. Sabemos também que o cacau é rico em flavonoides, é rico em antioxidantes, anti-depressivo, anti-inflamentorio, ajuda a combater o colesterol, controla a pressão arterial, anti-envelhecimento e ajuda a controlar a ansiedade

No entanto, sabemos que nem tudo é maravilhoso, o cacau é rico em cafeína que pode causar agitação e insónias principalmente aos mais sensíveis à cafeína. No entanto o chocolate não é feito exclusivamente de cacau, se o fizermos em casa conseguimos controlar o tipo de alimentos e misturas da nossa tablete de chocolate, mas a verdade é que precisamos sempre de colocar uma "gordura". No meu caso usei óleo de côco que também tem imensos benefícios e uma colher de café de mel biológico. 


Consumir com moderação e quanto mais "natural" e com menos açúcares, melhor! Se o fizermos em casa, melhor ainda porque conseguimos controlar o que contém. Eu aventurei-me e correu super bem, e o melhor é que a base é sempre a mesma e podem acrescentar o que mais gostam: frutos secos, canela, flor de sal, côco, bagas de goji, raspa de laranja... são algumas das minhas sugestões. 

A minha primeira tablete de chocolate foi com lascas de côco e pepitas de cacau cru, querem saber como é que o podem fazer?

ingredientes
1/2 chávena de cacau puro em pó (usei da marca Valrhona)
1/2 chávena de óleo de côco virgem (podem comprar nos supermercados Brio, Glood, Celeiro ou Miosótis)
50gr de lascas de côco (sem açúcar)
1 colher de sobremesa de mel biológico 
30gr de pepitas de cacau cru biológico (usei a marca Seara)

it's show time
Começamos por derreter o óleo de côco em banho maria e adicionar o cacau em pó. Misturar bem e assim que tivermos uma mistura uniforme, adicionamos as pepitas de cacau cru, o mel e as lascas de côco. Ficamos com uma mistura de chocolate com alguns granulados - das pepitas de cacau cru que acabam por não derreter na totalidade e vêm acrescentar o crocante ao chocolate.

Vertemos a mistura num tabuleiro forrado com alumínio ou papel vegetal, deixamos solidificar e está pronto a comer. No final polvilhei com côco ralado, fica delicioso. Podem trocar as lascas de côco e as pepitas de cacau cru por outro ingrediente qualquer que mais gostem, as possibilidades são imensas. Atenção que é mesmo amargo, afinal de contas, não tem qualquer açúcar adicionado e é cacau puro, primeiro estranha-se, depois entranha-se. Se for para comer, que seja saudável! Yummmm!











... ou também conhecidos como o pão lowcarb ou cloudbread

Para quem segue ou quer seguir uma dieta low carb ou um estilo de vida paleo há uma série de coisas que vai ter de adaptar, no entanto não vamos deixar de comer coisas de que gostamos, simplesmente tentar reproduzir com outros ingredientes e outras misturas. Hoje trago-vos uma espécie de pão que é muito usado e conhecido nas dietas lowcarb e paleo, os chamados Oopsies.

São super fáceis de fazer e muito versáteis, sendo que podem servir de base para sandes, pizzas, salgados, doces, panquecas entre muitas outras coisas. Imaginação não falta e além do mais cada Oopsie tem à volta de 30cal cada. A minha combinação favorita? Oopsies barrados com queijo creme e salmão fumado com cebolinho, uma refeição lowcarb super deliciosa. 


ingredientes (12 Oopsies)
3 ovos
90gr de Iogurte Grego ou Cream Cheese
Pitada de Sal 
Sementes ou ervas aromáticas a gosto

let's Oopsie this up!
  • Pré-aquecer o forno a 160ºC;
  • Separar as claras das gemas dos ovos;
  • Bater as claras em castelo com uma pitada de sal até ficarem bem fofas;
  • Misturar as claras com o iogurte grego ou cream cheese;
  • Envolver as claras em castelo no creme das claras com o iogurte, bem devagar sempre debaixo para cima para que não perca muito o ar e a textura leve e fofa;
  • Forrar um tabuleiro do forno com papel vegetal e pincelar com azeite para que não agarre;
  • Colocar pequenas quantidade de massa pelo tabuleiro, podem usar uma colher para que seja mais fácil (a receita dá para cerca de 12 Oopsies);
  • Adicionar umas sementes ou ervas aromáticas por cima;
  • Levar ao forno entre 20 a 25minutos por 160ºC ou até ficarem dourados;

No meu caso acabei por usar iogurte grego sem lactose que tinha aqui em casa, mas a receita é bastante versátil e podem usar iogurte grego normal, queijo creme, mascarpone... É só uma questão de experimentarem. Depois disto podem armazenar durante 1 ou dois dias fora do frigorifico, se fizerem quantidades para guardarem, fechem num saco hermético sem ar e guardem no frigorifico. 

Depois é so experimentarem: mini-pizzas, panquecas, brunch, lanches, pequenos-almoços, snacks, hamburgueres, sandes, tostas... o que quiserem.




Uma receita sem glúten, sem farinhas, sem leite e sem açúcares... Curiosas?

Querem melhor maneira de começarem a sexta-feira como uma receita deliciosa como esta? Pois é, hoje trago-vos a receita das minhas panquecas paleo de banana e canela. Super simples e rápido de fazer, e apesar de não ter farinhas, leite ou açúcar é uma receita bem deliciosa! Experimentem e comprovem por vocês mesmas! 



ingredientes
1 banana madura
2 ovos
1 colher sopa bem cheia de canela moída
1 colher sobremesa sementes de linhaça triturada


let's do this
Começar por triturar a banana madura e acrescentar os dois ovos, com a canela moída e as sementes de linhaça trituradas. Costumo juntar um pouco de nada de água para dar mais algum volume e não ficar um sabor tão intenso a canela. 

Aquecer uma frigideira anti-aderente com um pouco de óleo de côco para evitar que a mistura pegue no fundo. Em lume brando, deitar uma concha da mistura e esperar que engrosse - tal como fazem com a receita das panquecas normais. 

No final rego as panquecas com mel biológico e acrescento mais umas rodelas de banana. Podem ainda acrescentar pepitas de cacau cru ou côco ralado que fica delicioso. 

Yummmm!








Uma das coisas de que mais gosto é de cozinhar e aventurar-me com pratos diferentes. Há coisas rápidas e bem práticas que podemos fazer no dia-a-dia, e o ceviche é um exemplo disso. Saudável, rico em ômega3 e proteínas. A receita de hoje é um ceviche de salmão em pasta de abacate acompanhado com zoodles e tomate cereja. Uma opção bem deliciosa e que fica abaixo das 300kcal. 



ingredientes
1 posta salmão (100gr);
2 limões;
1 lima;
ervas de provence;
1⁄4 de abacate (50gr);
1 courgette média;
tomate cereja;
sal;
pimenta;
azeite;
1 dentes de alho;

let's ceviche this up!

ceviche
O ceviche é no fundo peixe cru marinado numa mistura cítrica, é super simples e rápido de fazer. usei uma posta de salmão da Pescanova que tinha em casa congelada e deixei descongelar. Após descongelar totalmente, cortei em cubos pequenos e retirei as partes mais escuras da posta de salmão. Reguei com sumo de um limão e de uma lima, adicionei um pouco de sal e de pimenta preta e deixei marinhar no frigorífico durante cerca de 20 a 30 minutos. 

pasta de abacate
Enquanto o ceviche estava no frigorífico aproveitei para fazer a pasta de abacate, usei cerca de 1⁄4 de  um abacate, juntei sumo de um limão, um pouco de azeite e triturei tudo na liquidificadora até ficar uma pasta homogénea. Reservar no frigorífico.


zoodles
Bem a receita dos zoodles já não são novidade, por aqui. Peguei numa courgette média e com a ajuda de um espiralizador fiz os zoodles, é super simples, basta "afiar-mos a courgette" e ela vai sair com uma forma muito semelhante ao esparguete. Coloquei um fio de azeite e um dente de alho triturado numa wook e salteei os zoodles durante uns minutos até libertar um pouco de água.

Juntei tudo no final, et voila! O prato perfeito, simples e rápido! 

 

... recheados com tomate seco, ervas e cogumelos shitake.

Hoje trago-vos mais uma sugestão de uma refeição sem glúten, rica em proteína e super saudável. Chamei-lhe Rolinhos Paleo, no fundo são bifes de frango enrolados com tomate seco e cogumelos shitake, temperados com alho e ervas. Uma refeição bem deliciosa e fácil de fazer. Querem saber como? 



ingredientes (para 2 pessoas)
6 peitos ou bifes de frango
5 pedaços de tomate seco
80gr cogumelos shitake 
alho 
ervas aromáticas
sal
limão

let's do this
  • Comecei por temperar os bifes de frango, podem usar peitos de frango também se fôr mais fácil. Temperei apenas com um pouco de sal, sumo de limão e uma mistura de ervas e salsa de que gosto muito, costumo usar o da Margão Segredos Alho e Salsa que é mais simples. Tempero bem, normalmente capricho bastante no tempero porque adoro esta mistura e regado com sumo de limão então ainda melhor;
  • Pré-aquecer o forno 180ºC;
  • Numa frigideira, juntei um pouco de azeite e comecei por saltear os cogumelos shitake para depois de estarem cozinhados, enrolarmos os bifes de frango;
  • Cortei os pedaços de tomate seco aos bocadinhos e juntei aos cogumelos. 
  • Estendi os bifes de frango já temperados e coloquei em cada um, os cogumelos e o tomate seco
  • Enrolar os bifes com cuidado e prender com palitos antes de os levar ao forno para ficarem macios e solidificarem;
  • Colocamos os rolinhos no forno já aquecido durante 10 minutos e depois de estarem macios e ligeiramente cozinhados retiramos cuidadosamente os palitos e colocamos num grelhador para que cozinhem totalmente; 
  • Acompanhei com uma salada de alface e cebola roxa e com uns zoodles salteados em óleo de côco! Yummmm!

... para celebrar a chegada do ano novo chinês!

Esta semana deu-me uma vontade gigante de comer arroz chinês, o conhecido arroz xau xau. Mas como não quero sair da linha e quebrar a dieta já, há que dar um jeito, certo? Ao fim-de-semana é sempre mais complicado de manter a dieta, com jantares fora, almoços com as amigas etc acabamos sempre por ter um dia da asneira e para evitar isso, experimentei fazer um arroz "low carb" que nos faz lembrar o arroz chinês. 

É super simples e rápido de fazer, e confiem em mim, é super delicioso! Não gosto de couve-flor e adorei este arroz falso, até porque o vamos temperar e juntar uma série de ingredientes. Além do mais pode ser também uma boa opção para as mães enganarem aquelas pestes que não comem legumes e vegetais nem por nada. Querem saber como? 

Sim! E é delicioso! 

... Tirando as excepções quando opto pelos iogurtes sem lactose e pelo açaí. No que toca à alimentação os ovos têm sido motivo de estudo ao longo dos anos, se há uns anos atrás havia estudos que diziam que não devíamos comer ovos, hoje em dia já há estudos que vem contradizer e que vêm falar dos seus benefícios para a nossa saúde. O que é certo é que hoje em dia, a maior parte dos alimentos são todos manipulados e estão cheios de químicos, os animais stressados e cheios de antibióticos pelo que nem sempre sabemos o que estamos a comer. No que toca aos ovos por exemplo, há uns anos havia o drama das salmonelas e a verdade é que temos de ter cada vez mais cuidado com o que ingerimos.

Desde que temos optado por uma alimentação mais biológica, estamos mais limitados aos alimentos da época e ultimamente tenho-me dedicado muito a experimentar coisas novas, saudáveis a pratos diferentes com alimentos diferentes. Desde que comprei o livro da Deliciously Ella que tenho experimentado imensas coisas diferentes e tenho conhecido novos alimentos, substitutos mais saudáveis e igualmente deliciosos. Esta é sem dúvida a melhor parte de todo o processo de, quando decidi perder peso, ter decidido também mudar o meu estilo de vida e ter-me tornado numa pessoa saudável, é experimentar coisas tão boas e descobrir coisas maravilhosas, misturar alimentos, combinações improváveis... acho que o gosto pela cozinha também ajuda não é? Além do mais os livros de cozinha saudável são cada vez mais cá em casa, o que torna a coisa ainda mais viciante!

Sim, leram bem: muffins de ovo. Ando viciada nisto,  e adoro experimentar receitas novas e  procurar coisas diferentes e os egg muffins têm sido uma das refeições com mais sucesso aqui por casa, pelo menos ultimamente. E porquê? Porque é algo super simples de fazer e podem fazer com as mais variadas combinações. 

Para esta receita os ingredientes que vou usar são cogumelos brancos e espargos verdes, mas também os podem fazer com salmão fumado, salsichas, atum, bacon e cogumelos, tomate.. enfim! Tudo o que gostarem, porque no fundo é uma omelete que é colocada no forno em formas de muffins. E sabem que mais? Podem facilmente levar para a faculdade ou para o trabalho. Vamos ver o passo-a-passo


Provavelmente a última coisa de que precisam nesta altura do ano é de receitas de doces ou sobremesas, mas a de hoje vale a pena o destaque. Experimentei fazer a minha primeira sobremesa com "real food", uns brownies de cacau puro e de côco e este foi o resultado! Looks good, right? 

O que é esta historia de real food? Pois bem, é muito mais do que uma dieta, hoje em dia é está associada à dieta do paleolítico que tem sido estudada e seguida por milhares de pessoas em todo o mundo. Hoje em dia estamos rodeados de alimentos que nos são prejudiciais e que consumimos todos os dias: até aqueles que pensamos que são os mais saudáveis estão cheios de açúcares escondidos e de amidos ou fermentos que são prejudiciais para o nosso organismo. 

Um estilo de vida a optar por comida real passa por uma alimentação à base de alimentos biológicos e não processados, saber ler os rótulos e ver que ingredientes escondidos existem em tudo o que consumimos diariamente. Esta sobremesa é a base disso mesmo, uma sobremesa que não deixa de ser deliciosa e que dispensa as manteigas, farinhas de trigo, glúten, açúcares... Foi a minha primeira aventura nas sobremesas paleolíticas e o resultado foi melhor do que aquele que pensava! 


The way food was meant to be!

Já há algum tempo que ando para vos falar neste novo estilo de vida baseado em "real food". Desde Setembro que a dieta do paleolítico tem despertado o meu interesse, e a culpa de tudo isto é do meu pai que se aventurou por estas andanças e pegou esta febre a todos cá em casa. Depois de fazermos análises médicas e de consultarmos vários especialistas e de pesquisarmos sobre o assunto, decidimos experimentar um estilo de vida que se baseia em legumes, vegetais, carne, peixe, marisco, leguminosas, fruta, chocolate preto, frutos secos e gorduras naturais. No fundo uma espécie de dieta do paleolítico mas adaptada aos dias de hoje: incluímos lacticínios sem lactose e alguns cereais como aveia por exemplo. 

Encontrei um programa de televisão que está a passar no 24h Kitchen que explica muito melhor esta filosofia, The Paleo Way by Pete Evans. Basicamente acaba por ser a utilização dos melhores alimentos dos nossos antepassados misturadas com as melhores coisas do século XXI. Baseia-se então numa dieta saudável sem alimentos processadas, à base de legumes e vegetais verdes e sem pesticidas, frutos secos, carnes biológicas, peixe e marisco, frutas sem adubos ou químicos e tudo isto associado sempre com desporto e com um objectivo: uma vida mais feliz e mais saudável. 

A verdade é que as diferenças são notórias e há cada vez mais adeptos deste estilo de vida precisamente por todos os benefícios que trazem ao nosso corpo e à nossa mente - sentimo-nos melhores, com mais energia, mais produtivos e mais concentrados, mais saudáveis e dormimos melhor. Por cá, o nutricionista André Matias é quem nos tem estado a acompanhar e é certo que de vez em quando lá fazemos uma asneira ou outra, até porque não somos de ferro e sabe sempre bem sair da linha de vez em quando, mas a verdade é que este estilo de vida tem-me mudado bastante e tenho gostado dos resultados. Os exames médicos comprovam tudo isto, pelo menos os nossos aqui por casa e sem dúvida que tem sido muito benéfico para a nossa saúde também. 

Posso dar-vos um exemplo, um exemplo de um alimento que consumimos todos os dias: trigo! Seja ele integral ou não, todos nós consumimos diariamente em vários momentos do dia - pão, cereais, bolos, massas... O Dr. William Davis tratou ao longo de anos milhares de doentes com diabetes elevado, colesterol altíssimo ou excesso de peso e encontrou algo comum em todos eles: uma dieta com excesso de trigo. Ao que parece duas fatias de pão de trigo aumentam os níveis de glicémia muito mais do que duas de colher de sopa de açúcar de cana e isto tudo porque o cereal que mais comemos todos os dias tem sido geneticamente modificado ao longo das últimas 5 décadas, o suficiente para que este se tornasse prejudicial à nossa saúde. 

Claro que, como todas as ciências, há várias teorias sobre este ou outro estilo de vida, até porque a nutrição de hoje em dia está muito avançada e precisamente por isso é que juntamos os melhores alimentos de outrora com os de hoje em dia. Isto tudo para vos falar em redução de peso para quem quer perder peso de forma saudável, sem passar fome e sem deixar de comer ou redução de cm que é o meu caso que até hoje já perdi 5cm só com alguns ajustes na minha alimentação. Vamos ganhar mais massa muscular, diminuir a gordura acumulada no nosso corpo: "let medicine be your food, let your food be your medicine"

O que é mais divertido nisto tudo? É que podemos comer tudo o que comemos no dia-a-dia, mas substituindo por alimentos reais: sobremesas, pastas... O século XXI e a ciência trouxe isso de bom, podermos substituir as coisas mais prejudiciais por alimentos mais saudáveis, sem deixarmos de comer o que mais gostamos. E sim, podemos incluir pão ou massas no nosso dia-a-dia, só temos de fazer uns pequenos ajustes. 

Para quem se interessar podem sempre ler mais sobre o Paleo Way aqui, optar por comprar livros como o Cérebro de Farinha de David Perlmutter ou o Sem Trigo Sem Barriga de William Davis que vos vão ajudar a perceber um pouco mais sobre este estilo de vida que se baseia em comer comida real. Podem ainda ver alguns blogs de receitas como o Deliciously Ella ou o The Healthy Foodie


Desde que vi no livro da Deliciously Ella que fiquei super fã, os zoodles têm sido uma das minhas refeições mais frequentes precisamente por serem algo super versátil e por permitirem uma infinidade de combinações. Mas afinal, o que são os zoodles? Pois bem são noodles ou "massa"de courgette e para conseguirem este efeito de espaguete basta comprarem um espiralizador à venda em locais como o El Corte Ingles por exemplo. 

Já tinha falado várias vezes nesta minha refeição, mas hoje decidi mostrar-vos o passo-a-passo de como podem fazer os vossos zoodles em casa. Super simples, rápido e muito saudável. Tudo isto começou num dia em que me apetecia massa, mas estava com desejos daqueles quase impossíveis de combater, no entanto apetecia-me experimentar algo novo e lembrei-me de ter visto esta receita na Deliciously Ella pelo que meti mãos à obra e dei início aquela que se tornou na minha obsessão saudável mais recente.  


Como sabem uma das coisas que mais gosto é de cozinhar e de reinventar algumas coisas na minha ementa, como o caso das panquecas que é do que vos vou falar hoje. Estas panquecas são panquecas feitas com apenas dois ingredientes e não, nenhum deles é farinha, são panquecas com poucas calorias por cada porção e são ricas em proteínas pelo que são ideais para comermos depois do treino ou até mesmo de manhã, ao pequeno-almoço. 

A sugestão? Acompanhar com iogurte natural, granola e fruta para o um pequeno-almoço completo e que vai fazer com que não tenham tanta fome ao longo do dia e evitar que comam "fora de horas" e em excesso.


  • Ingredientes:


1 banana 
2 ovos (1 inteiro e 1 clara)

  • LET'S DO THIS
Numa batedeira bater os ovos e a banana triturada. Numa frigideira anti-aderente e com o lume sempre baixo, colocar pequenas porções da massa e virar assim que um dos lados estiver cozinhado. Acompanhar com iogurte natural e granola.
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